E há um par de anos escrevi isto, num outro blog, que, com pena minha, já se encontra extinto:
"Sou dislexico. Acordei para esta misera realidade quando me apercebi que simples sinais me passam completamente ao lado (ou troco-lhes o sentido e a direcção) e salto linhas sem o read between. Surgiu-me então uma forte convicção de que sem escola, na ignorância desta síndrome, não me teria tornado irracionalmente cerebral e teria poupado umas belas horas de terem sido submetidas aos morosos pensamentos de quem não sabe o que quer, ao invés de saber como o conseguir (NOT). E isto de indefinição, traz uma manipulação microscópica do impulso (o que teria sido bastante saudável para o Boris Yeltsin não ter sucumbido lavado em vodka), não casa com testosterona em brasa de adolescente. Tudo isto para, depois de alguma reflexão, concluir que apesar de não ser acastanhado, quando estico o dedo indicador e toco num outro indicador de terceiros, faz-se luz e começo a gritar feito parvo."
Qualquer púbere se identificará com tal, a menos que tenha sido um surfista que detinha o monopólio. Já na altura tinha a mania que havia piada no que eu escrevia.
03/04/10
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