Faz me comichão o que me não chega. Não me enriquece, não me aconchega, nem tão pouco me dignifica. Para isto, há movimento. O cultivo não parte da sementeira onde o arado não passou, onde a água evaporou. O quente e acolhedor albergue não o é sem a lareira nem as enternecedores vontades e maneiras de alguém. A postura digna de homem não acelera com a gravidade como a água da chuva, pois quão vã seria se assim fosse.
Faz comichão, mas quando chega, tudo cessa. Chegará?
No meu conforto desconcertado circulo, se bem que nem sempre na minha faixa, nem sempre na minha mão.
(há sempre um zunir, desde que o mata-moscas descanse)
31/03/10
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